O impacto das telas na saúde mental das crianças e adolescentes

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Telas e infância. Ilustração 3D de um pai e sua filha jogando um jogo de tabuleiro, com um tablet deixado de lado.

Tablets, celulares, computadores: o excesso de telas está mudando o jeito de brincar, interagir e até de sentir.
Estudos mostram que o uso excessivo de telas está relacionado ao aumento da ansiedade, dificuldades de concentração, irritabilidade e distúrbios do sono.

Mais espaço para a vida fora das telas. Movimento e brincadeira: Reserve oportunidades para brincar e se movimentar. Convivência: Preserve o contato com outras crianças e com a família. Presença dos adultos: Oriente o uso das telas e participe do dia a dia. A rotina pode incluir mais vínculo, presença e experiências fora das telas.

Não se trata de proibir, mas de orientar. Crianças precisam de movimento, contato com outras crianças, presença dos pais e tempo offline para que o cérebro se desenvolva de forma saudável.

Menos tela. Mais vínculo. Mais presença.

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Por:

Foto de Dr. Luis Pimenta

Dr. Luis Pimenta

Psiquiatria da Infância e Adolescência – CRM 163289 | RQE 70571